Nova reforma da previdência: descubra quando vai se aposentar

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A reforma previdenciária,que está em andamento, incentivou muitos contribuintes a refazer suas contas relacionadas à quando poderão se aposentar. Mesmo que ainda exista relativa incerteza, já foram divulgados alguns pontos dessa reforma e dá para realizar um cálculo-base de quando o benefício poderá ser pedido.

Tempo de contribuição

Esse é o tempo durante o qual os cidadãos têm contribuições recolhidas ao Instituto Nacional de Previdência Social (INSS). Elas costumam vir das carteiras de trabalho registradas: quem avalia seu holerite descobre que existe uma taxa de contribuição previdenciária todos os meses. Todavia, quem não tem registro profissional pode contribuir por meio dos carnês do INSS.

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De acordo com a reforma que o governo federal quer implementar, os cidadãos que quisessem dar entrada na aposentadoria por contribuição de maneira integral teriam de ter 40 anos de recolhimento; para as aposentadorias não-integrais, o recolhimento precisaria ser de 20 anos mínimos.

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Idade mínima

A pessoa que almejasse a aposentadoria por idade, com a aprovação da reforma previdenciária, precisaria apresentar 65 anos, se homem, e 62 anos, se mulher. No momento, essas idades mínimas são de 65 e de 60 anos, respectivamente.

Mudanças mais polêmicas

O projeto de reforma abrange também algumas classes consideradas mais polêmicas, como os políticos. Se ela for aprovada, então eles terão exatamente o mesmo regime de aposentadoria que os trabalhadores com carteira assinada, incluindo o tempo mínimo de contribuição e a idade mínima.

Uma vez que não se podem alterar direitos que as pessoas já tenham, essa mudança seria válida somente para quem ingressasse posteriormente na política, ou seja, os que se aposentarão em breve farão parte da regra de transição.

Quando entra em vigor

Por enquanto, os trabalhadores ainda estão sob o regime atual de aposentadoria e não se sabe quando a reforma previdenciária começará a vigorar. Os planos do governo de Jair Bolsonaro são de aprovar todos os pontos necessários até o fim do primeiro semestre de 2019 e os contribuintes podem pedir mais esclarecimentos aos advogados previdenciários ou trabalhistas.

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